A prioridade é reunir água potável e cobertores, itens essenciais para ajudar os desabrigados no Sul lidarem com as baixas temperaturas previstas para as próximas semanas.
A solidariedade está unindo a população de Marília em prol das vítimas das enchentes no Rio Grande do Sul. Com a criação da campanha Marília Solidária, liderada pelo Fundo Social de Solidariedade do Município, pontos de coleta foram estabelecidos em todas as 64 escolas municipais, no estádio do MAC e na sede do Fundo Social, para a arrecadação de doações para o estado gaúcho.
A prioridade é reunir água potável e cobertores, itens essenciais para ajudar os desabrigados no Sul lidarem com as baixas temperaturas previstas para as próximas semanas.
“Neste primeiro momento a prioridade será para reunirmos a maior quantidade de doações de água e cobertores. As previsões para as próximas semanas é de queda na temperatura no Rio Grande do Sul, então precisamos levar para os nossos irmãos e nossas irmãs daquele Estado o essencial, através da água potável e do cobertor que irá aquecê-los”, explicou a primeira-dama e presidente do Fundo Social, Regina Alonso.
A campanha Marília Solidária conta com o apoio do Tiro de Guerra e além de todas as escolas municipais, o estádio do MAC, o Abreuzão, e a sede do Fundo Social de Solidariedade, na rua Nove de Julho, nº 1.594, centro de Marília.
“A nossa população é formada por pessoas solidárias, comunitários e dispostos a ajudar. Desde que a tragédia do Sul se agravou, muitas iniciativas já estão ocorrendo e isso é um exemplo que emociona a todos. Agora, através da Prefeitura e do Fundo Social, iremos reforçar com a arrecadação de água e cobertores”, afirmou a primeira-dama.
As doações serão levadas de caminhões até a sede do Fundo Social de Solidariedade do Estado de São Paulo, que destinará até as cidades gaúchas que estão enfrentando uma das graves inundações da história do RS.
Conforme boletim da Defesa Civil do Estado do Rio Grande do Sul emitido às 12 horas desta quarta-feira (8) as inundações afetaram diretamente 417 cidades gaúchas, desalojaram mais de 163 mil pessoas e afetaram mais de 1,4 milhão de moradores daquele Estado. São 372 feridos, 100 óbitos confirmados e 4 mortes em investigação. Até as 12 horas, 128 pessoas estavam desaparecidas.


























