Entrevias orienta para cuidados com transporte de cargas de produtos perigosos

Motoristas devem redobrar a atenção próximo de veículos de transporte de carga perigosa

Com o aumento da circulação de veículos pesados nas rodovias, a Entrevias Concessionária de Rodovias orienta para a necessidade de atenção redobrada por parte dos motoristas, especialmente quando se trata do transporte de cargas perigosas, como combustíveis, gases, inflamáveis e outros produtos químicos. O alerta vale para os condutores deste tipo de veículo e para todos os que estiverem compartilhando a mesma via.

Acidentes envolvendo veículos de cargas perigosas podem gerar consequências graves. No trecho de concessão da Entrevias, houve um aumento de 21% no número de acidentes com produto perigoso, no comparativo do primeiro semestre de 2024 com este ano.

De acordo com a Resolução 5998/2022, da ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres), os veículos devem estar identificados com rótulos de risco e painéis de segurança, além de seguir as normas de segurança, que incluem rotas específicas, documentação obrigatória e capacitação dos condutores.

O motorista que se deparar com um veículo transportando algum produto perigoso deve tomar alguns cuidados:

  • Manter distância segura;
  • Evitar ultrapassagens arriscadas;

O risco de explosão em acidentes com este tipo de produto é muito alto e a maioria dessas ocorrências poderia ser evitada com uma condução mais cuidadosa. É importante que os motoristas trafeguem sempre descansados, evitem trafegar com sono. O ideal é parar em um local seguro e fazer uma pausa para depois seguir viagem.

Caso se depare com uma situação de risco envolvendo este tipo de veículo de transporte de carga perigosa, informe imediatamente a concessionária.

“Segurança é inegociável para nós da Entrevias. Trabalhamos para reduzir o número de acidentes no nosso trecho e o veículo de carga perigosa pode trazer diversas consequências graves, inclusive ao meio ambiente, caso a carga chegue em algum curso d’agua. Toda atenção deve ser redobrada”, afirma o especialista em segurança viária da Entrevias, Ariel Garavine.

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