Polícia Federal utiliza quebras de sigilo para investigar indícios de crimes financeiros em fundos ligados ao empreendimento Tayayá
A Polícia Federal avançou nas investigações sobre o resort de luxo Tayayá, localizado em Ribeirão Claro (PR), que teve entre seus sócios dois irmãos do ministro Dias Toffoli, residentes em Marília, é o que informa a manchete da Folha de S. Paulo desta segunda-feira, dia 9 de março de 2026. O empreendimento voltou a ser destaque na imprensa nacional devido ao uso de quebras de sigilo para apurar possíveis crimes financeiros e movimentações ilícitas em fundos que possuem conexão com o banco Master. A investigação busca esclarecer a natureza das relações financeiras e se houve irregularidades na gestão desses recursos.
O foco das autoridades recai sobre a empresa Maridt, que foi sócia do resort e tem como sede um imóvel localizado na zona Oeste de Marília, endereço onde atualmente reside um dos irmãos do magistrado. De acordo com informações reveladas anteriormente pelo próprio ministro, ele teria recebido rendimentos da empresa por ser um de seus sócios. As quebras de sigilo são consideradas peças-chave para que a Polícia Federal consiga rastrear o fluxo de capitais e identificar eventuais conexões com investigados em outros esquemas financeiros.
Diante do avanço das investigações, a Folha de S. Paulo procurou o ministro Dias Toffoli, via assessoria do Supremo Tribunal Federal, mas ele não se manifestou sobre o caso até o momento. O ministro Toffoli não é formalmente investigado no âmbito deste inquérito. O processo segue sob análise de indícios de crimes financeiros em fundos relacionados ao grupo Vorcaro. As informações estão na reportagem da Folha de S. Paulo.



























