Estado de São Paulo exige informação no cardápio
A tradicional pizza que os brasileiros amam, seja no restaurante, por delivery ou feita em casa, pede mais atenção do consumidor: a mussarela e a calabresa, fundamentais, têm sido substituídas por produtos “falsos”.
Ingredientes nobres estão sendo trocados, desde as fábricas, por amido modificado, gordura vegetal e carnes separadas mecanicamente. A regra é desconfiar de preços muito baratos.
A mussarela processada é uma mistura de queijo verdadeiro com água, amido e gordura vegetal. A legislação exige que o rótulo no supermercado traga a expressão “queijo processado” ou “preparado alimentício”. Em casa, esse produto solta óleo espesso e fica com aspecto plástico quando esfria.
Já a linguiça “tipo calabresa”, diferente da original feita 100% com carne suína, contém Carne Mecanicamente Separada (CMS), que são restos de aves e suínos, além de proteína de soja.
No estado de São Paulo, a legislação exige que as pizzarias destaquem no cardápio o uso de queijos análogos ou misturas lácteas. O Código de Defesa do Consumidor pode ser usado em casos de propaganda enganosa.

























