Ministério Público investiga ataques misóginos contra jovem morta em salto de rope jump

Três homens continuam presos por homicídio doloso 

As manifestações misóginas nas redes sociais após a morte da jovem Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, que foi jogada sem cordas num salto de rope jump, passaram a ser investigadas pelo Ministério Público de São Paulo. A Prefeitura de Limeira abriu uma vala para bloquear o acesso à Ponte do Esqueleto, onde tudo aconteceu.

Os responsáveis pelo salto não ajustaram as necessárias cordas no equipamento, no último dia 13 de junho. Luis Felipe Feliciano Egoroff, Vitor de Freitas Gonçalves e Maicon Fernandes continuam presos.

A câmera que estava com a jovem sumiu logo após a queda. Um dos suspeitos enviou carta à justiça afirmando que outros colegas retiraram o equipamento.

O MP vai apurar publicações ofensivas contra a jovem morta, principalmente na plataforma X (antigo Twitter), com conteúdo misógino e de ódio. Dados cadastrais e identificação dos perfis envolvidos serão enviados para a polícia. Os crimes averiguados estão previstos nos artigos 212, 286 e 287 do Código Penal.

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