Penas chegam a quase 100 anos de prisão
O pastor G. S. F., preso, desde fevereiro de 2023, teve nova condenação na Justiça que agora acumulam mais de 98 anos de reclusão. Ele usava igrejas para lavar dinheiro do PCC, atuando como operador financeiro do próprio irmão.
Investigações do Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN) comprovaram que G.S.F, juntamente com a esposa, fundaram pelo menos 7 igrejas evangélicas para lavar R$ 23 milhões da facção paulista Primeiro Comando da Capital.
As igrejas foram abertas sob a denominação Assembleia de Deus para as Nações e ficavam no Rio Grande do Norte e em São Paulo. O dinheiro lavado vinha do tráfico praticado pelo irmão dele.
Os crimes foram desarticulados pela Operação Plata, deflagrada em 2023. A quadrilha ocultava o dinheiro ilegal por meio de depósitos fracionados e na compra de fazendas, comércios, veículos e rebanhos bovinos, tudo em nome de parentes que atuavam como “laranjas”.


























