Ponte do Esqueleto tem sido palco de acidentes nos últimos anos
Três homens ligados às empresas Entre Cordas e Ih Voei, de 27, 32 e 42 anos, continuam presos como responsáveis pela morte de Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21, ocorrida no sábado, 13 de junho de 2026, em Limeira. Ela fez um salto de rope jump a partir de uma ponte, mas os homens não realizaram o procedimento de prender o corpo dela à corda de segurança. Eles foram indiciados por homicídio com dolo eventual. Uma testemunha disse que não houve a checagem da corda antes do salto, e uma câmera acoplada ao corpo da vítima, que filmou tudo, não foi localizada pela polícia.
A Ponte do Esqueleto, entre os municípios de Limeira e Cordeirópolis, está desativada há cerca de 30 anos, mas atrai visitantes para a prática de esportes radicais, trilha e ciclismo. Em abril de 2024 uma ciclista morreu após cair dos 40 metros de altura. Em agosto do ano passado, duas mulheres ficaram gravemente feridas após caírem da estrutura.
A Prefeitura de Limeira anunciou que vai processar o Governo Federal por ‘omissão’ no controle da área, que seria destinada a um trecho nunca implantado de uma ferrovia.
A Secretaria de Patrimônio da União (SPU) pontuou que nunca autorizou atividades esportivas ou de outra natureza no local, que só foi incorporado ao patrimônio da União neste ano, mas que desde 2024 pede apoio às Prefeituras locais para bloquear o acesso à ponte.




























