Edição de A Cidade desta semana traz lacração do antigo camelódromo pela Rumo e a insegurança gerada no local

Semanário publica entrevista especial com Artina, símbolo da defesa dos direitos das mulheres em Marília

A manchete desta semana do jornal A Cidade, o principal semanário da região de Marília, detalha que a concessionária Rumo Logística efetuou o fechamento do antigo camelódromo de Marília, utilizando tapumes para isolar a área sobre os trilhos na região central. Entretanto, conforme reportado, a medida não foi suficiente para conter a vulnerabilidade de comerciantes e moradores, que convivem com o vácuo deixado pela retirada dos boxes. O exemplar destaca que a antiga estação ferroviária apresenta deterioração acentuada, com o relógio histórico danificado e acúmulo de sujeira, tornando-se um ponto ermo e sem iluminação adequada.

Em paralelo aos problemas urbanos, o jornal A Cidade traz em suas páginas a trajetória de Artina Maria de Souza Brás Guerreiro, que transformou cicatrizes de violência em proteção para outras mulheres. A reportagem desta semana revela que, três décadas após sofrer uma agressão grave, ela atua como conselheira e abriga vítimas em sua própria residência. Na entrevista concedida ao periódico, Artina analisa o aumento dos feminicídios na cidade e cobra do poder público a implementação de uma casa-abrigo municipal em Marília.

A edição impressa aborda ainda o impasse no conjunto habitacional Paulo Lúcio Nogueira, na zona Sul, onde a Justiça condenou a CDHU e a Prefeitura a reformarem 880 apartamentos. Segundo as informações publicadas pelo A Cidade, o cenário no local é de degradação extrema e vandalismo nos blocos desocupados, gerando temor nas famílias que aguardam a solução do processo. O texto jornalístico reforça que a sentença determina a reforma ou entrega de novas moradias sob pena de multa diária, enquanto o matagal avança pelo condomínio.

No campo econômico e administrativo, o leitor encontra no jornal A Cidade o dado de que Marília registrou saldo positivo de 220 novos empregos com carteira assinada em janeiro. Além disso, o exemplar contém um alerta da Justiça Eleitoral sobre o prazo para regularizar o título de eleitor, que termina no dia 6 de maio para quem deseja votar em outubro. A reportagem detalha que a mobilização busca regularizar mais de 40 mil títulos cancelados, garantindo o direito de voto aos 170 mil eleitores aptos do município.

Reclamações na Ouvidoria Municipal

As páginas desta edição do A Cidade informam sobre o recorde de reclamações registrado na Ouvidoria de Marília e detalham outros serviços essenciais para a comunidade. O periódico, que segue seu papel de vigilância e registro dos fatos locais, pode ser adquirido nas bancas de Marília pelo valor de R$ 2. Também pode ser lido nas lojas do comércio, locais e órgãos, como Câmara Municipal e Biblioteca Pública de Marília.

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