Mais brasileiros estão morrendo na guerra da Ucrânia 

Voluntários são vítimas de golpes e tortura 

O Itamaraty confirma até agora a morte de pelo menos 33 brasileiros na guerra da Ucrânia, com 86 desaparecidos. Os números podem ser muito maiores devido à burocracia na emissão de atestados, e porque o exército de Zelensky esconde baixas para não pagar indenizações a familiares.

Reportagem da agência de notícias Deutsche Welle (DW) mostra que Kiev intensificou campanhas de recrutamento em português, com promessas de salários entre R$ 18 mil a R$ 25 mil, mas os combatentes recebem em moeda ucraniana, a grivna, o equivalente a menos de R$ 6 mil.  E ainda são enganados, sendo enviados para a linha de frente, em vez da combinada retaguarda.

Membros de facções criminosas foram recrutados e há receio de autoridades brasileiras de que os sobreviventes voltem com experiência de guerra pesada em táticas de infantaria e operação de drones avançados.

Em paralelo, há vários casos de agressões físicas e tortura praticados por próprios recrutadores brasileiros, contra os que tentam desistir ou contestam ordens. Também há situações de apreensão irregular de passaportes e desvio de salários e apólices de seguro de companheiros mortos ou feridos em combate.

Compartilhe esse conteúdo

LEIA
mAIS