Presidente do TSE crítica desinformação
O ministro Kássio Nunes Marques, presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) defendeu a urna eletrônica e o sistema de votação brasileiro, durante evento em Brasília.
Nas palavras dele, a urna eletrônica é um “patrimônio da democracia brasileira”, e “desacreditar o sistema é desconvidar o eleitor brasileiro a participar da maior festa democrática do Brasil”.
As urnas já passaram pela inspeção do código-fonte, bem como por testes públicos para tentar encontrar vulnerabilidade no sistema. Partidos políticos, Forças Armadas, universidades, Polícia Federal e OAB fizeram parte do processo.
A urna eletrônica é um equipamento isolado, que não possui placas ou componentes que permitam conexão com a internet, redes sem fio ou conexão remota. Isso impossibilita invasões externas ou acesso de hackers no dia da eleição.
Antes do primeiro voto em cada seção, a urna imprime a “zerésima”, um relatório impresso que comprova que o equipamento está ligado e possui zero votos registrados. Imediatamente após o encerramento da votação, a urna imprime o Boletim de Urna, que traz os votos computados naquela seção.
Esse boletim é afixado na porta de cada seção eleitoral e sua versão digital é publicada na internet, permitindo que candidatos, partidos e cidadãos comparem os dados impressos locais com a totalização final divulgada pelo TSE.

























