Fraude veio à tona após empresa onde a jovem atua como jovem aprendiz entrar em contato com a unidade de saúde para confirmar a veracidade de documentos.
Uma médica de 38 anos registrou um boletim de ocorrência na Central de Polícia Judiciária (CPJ) de Marília após descobrir que seu nome e carimbo foram utilizados em um esquema de falsificação de atestados médicos. A suspeita é uma adolescente de 16 anos.
O caso, tipificado inicialmente como ato infracional análogo a falsificação de documento público, teria ocorrido entre os dias 1º de setembro e 7 de outubro deste ano, tendo como base a Unidade de Saúde da Família (USF) São Miguel, localizada na região central da cidade.
Como a fraude foi descoberta
De acordo com as informações apuradas, a adolescente havia passado por um atendimento legítimo com a profissional de saúde na unidade, ocasião em que recebeu um atestado médico verdadeiro.
No entanto, a situação mudou no dia 7 de outubro, quando o setor de recursos humanos de uma empresa formadora de aprendizes — onde a jovem atua — entrou em contato com a médica para checar a autenticidade de outros documentos apresentados pela menor.
Ao conferir os registros, a profissional constatou que seis atestados falsificados haviam sido gerados utilizando indevidamente seus dados.
Os documentos adulterados foram impressos e entregues à Polícia Civil, que agora assume a investigação para apurar os desdobramentos do caso.



























