Influenciador estava respondendo a pergunta sobre tiroteios em massa
O ativista conservador e influente apoiador do presidente Donald Trump, Charlie Kirk, foi baleado e morreu nesta quarta-feira, 10 de setembro de 2025, em um campus universitário na cidade de Orem, Utah, nos Estados Unidos. A polícia chegou a prender um suspeito, mas ele foi posteriormente liberado. O assassinato foi lamentado pelo próprio presidente Donald Trump em sua rede social.
De acordo com a mídia norte-americana, Kirk, nascido em 1993, exercia forte influência entre a juventude para o apoio à candidatura de Trump, tendo um papel relevante nas eleições americanas de 2024. No momento do incidente, Charlie estava no campus da Utah Valley University, em Orem, respondendo a uma pergunta de um membro da plateia sobre tiroteios em massa. Durante sua fala, um estampido é ouvido, e Kirk levou a mão ao pescoço antes de cair para trás.
Ele foi socorrido e levado a um hospital local, mas não resistiu aos ferimentos e veio a óbito. O assassinato foi registrado em vídeos que rapidamente se espalharam pela internet. Em uma dessas gravações, é possível identificar a silhueta de uma pessoa no telhado de um prédio, em um ângulo que seria ideal para o uso de um rifle na direção da vítima.
Repercussão internacional
A polícia de Orem está intensificando as investigações, focando agora na análise das imagens e na busca por novas testemunhas. A principal linha de investigação aponta para a atuação de um atirador de elite, devido à precisão do disparo e à localização elevada da qual o tiro foi provavelmente efetuado. Até o momento, a identidade e a motivação do agressor permanecem desconhecidas, o que aumenta a tensão em meio ao cenário político já polarizado dos Estados Unidos.
A morte de Kirk provocou uma onda de consternação e indignação tanto nos EUA quanto em outros países. O presidente Trump, em sua mensagem, classificou o ato como um ‘ataque à liberdade de expressão’ e um ‘ato de terrorismo’. A Casa Branca e o Departamento de Justiça prometeram empenho total na captura dos responsáveis. A notícia também reverberou em outros países: o primeiro-ministro do Reino Unido, Rishi Sunak, expressou condolências e condenou a violência política, enquanto o presidente da França, Emmanuel Macron, enviou uma nota oficial lamentando o ocorrido e ressaltando a importância do diálogo em detrimento da violência. A União Europeia e a ONU emitiram comunicados, reforçando o apelo por paz e tolerância no debate político.


























