Religioso embarcou para presenciar de perto o que está ocorrendo numa Universidade de Kentucky, nos Estados Unidos
por Juliana Alves
O mundo foi surpreendido por uma cerimônia entre cristãos em um processo de conversão espiritual. Até o último dia 23 de fevereiro mais de 300 horas haviam se passado desde o início de um culto no templo da Universidade Asbury, na cidade de Wilmore, no Estado de Kentucky, Sudeste dos Estados Unidos da América. Religiosos se juntaram para um despertar espiritual, que, segundo eles, visa o avivamento cristão. Para alguns, o que está ocorrendo na América trata-se do mais importante afloramento da fé de toda a história daquela instituição.
Running and Strength Training – How to Lose Fat back and bicep straps and hooks for ac coaching musculatio.Não é a primeira vez que ocorreu essa ação na pequena cidade do interior de Kentucky, em 1970 o mesmo fenômeno religioso marcou gerações cristãs reunindo milhares de pessoas. Durante milênios diversos avivamentos foram realizados marcando a história do cristianismo presente em cidades como Inglaterra e também na República Democrática do Congo (Zaire). O primeiro avivamento de que se tem notícias teria ocorrido no ano 33 da era cristã, conforme descrito em Atos dos Apóstolos 2, livro atribuído ao médico e evangelista Lucas (São Lucas para os critãos católicos), e foi chamado de pentecostes.
Este de agora, iniciou em 8 de fevereiro e continuava até quando o empresário de Marília e religioso da Igreja do Evangelho Quadrangular, Jean Patrick Garcia Baleche, chegou ao campus de Kentucky. O culto já durava mais de 300 horas e tinha reunido pelo menos 50 mil pessoas de todos os cantos do planeta. Garcia, que é CEO da holding Hadassa, compartilhou sua experiência através das redes sociais. O religioso relatou que decidiu de última hora presenciar o fato que estava ocorrendo. “Avivamento não é prisão, avivamento te traz paz e convicção dos planos de Deus sobre sua vida!”, declarou em seus perfis sociais.
Testemunha da história
Não é a primeira vez que Garcia presencia um ato marcante para a humanidade. Recentemente, vivenciou há poucos dias os trágicos efeitos do terremoto na Turquia, onde estava a trabalho na companhia da esposa. Sobre a experiência no Sudeste dos Estados Unidos, o mariliense relatou que chorou muito por ter sentido algo grandioso, conforme sua interpretação. “Chorei muito. É algo grandioso. Eu não tinha vontade de ir embora. O avivamento nos traz paz e convicção dos planos de Deus sobre as nossas vidas. Estou como Jó: ‘Antes lhe conhecia; agora meus olhos te veem – 42:5’”, concluiu o religioso.
Juliana Alves, 20 anos, é estudante de Comunicação Social habilitação em Jornalismo pela Universidade Católica Paulista e desenvolve estágio na redação do Diário de Notícias Marília, alvesjuliana.vitoria@gmail.com



























