Psiquiatra mariliense é condenado a 24 anos por estupros

Rafael Pascon abusou de pacientes no consultório e em hospitais 

O psiquiatra Rafael Pascon, de Marília, foi condenado a 24 anos e 16 dias de prisão em regime fechado, em dois casos de estupro de vulnerável e outro de importunação sexual. A condenação partiu da Justiça de Marília. Ele cumpre prisão preventiva desde outubro do ano passado e poderá recorrer da decisão, mas permanecendo preso. Uma das acusações prescreveu.

Pacientes atendidas pelo médico em Marília fizeram denúncias que deram início a investigações que logo trouxeram outros casos em hospitais de Garça e Lins, onde outros processos estão em andamento. O médico abusou de pacientes em situação de vulnerabilidade, durante consultas particulares e de convênios. Foram relatos de relações sexuais e atos libidinosos sem consentimento, como beijos, toques e carícias nos corpos das mulheres.

O Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp) suspendeu o registro profissional  de Rafael Pascon, que poderá ser cassado definitivamente.

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