Três mulheres são heroínas da expulsão definitiva dos portugueses
Enquanto o 7 de setembro de 1822 representou a declaração política de independência do Brasil em relação à coroa portuguesa, foi num como hoje, em 1823, que as tropas portuguesas foram definitivamente expulsas do país.
A importância histórica do 2 de Julho é reconhecida nacionalmente através da Lei 15.454/2026, que faz de Salvador, a capital baiana, como sede simbólica do governo federal, nesta data.
Foi em 2 de julho, pouco menos de um ano após a declaração de independência feita por D.Pedro I, que os portugueses foram derrotados, encerrando um longo período de batalhas terrestres e marítimas no Recôncavo Baiano.
Essa vitória foi fundamental para garantir a integridade territorial do país, impedindo que o Brasil fosse dividido em várias colônias. Historiadores e especialistas consideram a data como o verdadeiro marco da consolidação da independência do Brasil.
Três mulheres fazem parte dessa história: Maria Quitéria, Maria Felipa e Joana Angélica. Elas fizeram parte da força militar e resistência popular que garantiu a separação do Brasil de Portugal.
Maria Quitéria disfarçou-se de homem para poder se alistar no batalhão. Maria Felipa era líder marisqueira e liderou um grupo de mulheres negras, indígenas e pobres que lutaram na ilha de Itaparica.
Joana Angélica era abadessa do Convento da Lapa, em Salvador, e foi assassinada a golpes de baioneta ao tentar defender o local dos portugueses que invadiram o convento à procura de rebeldes brasileiros.
























