Cerimônia de posse do vice-presidente como ministro será no Palácio do Planalto
O vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) tomará posse como ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, amanhã, quarta-feira, dia 4, às 11 horas. A cerimônia está prevista para acontecer no Salão Nobre, que fica no segundo andar do Palácio do Planalto, em Brasília.
O vice-presidente da República e governador do Estado de São Paulo por quatro vezes, Geraldo Alckmin foi deputado constituinte ao lado do então líder dos metalúrgicos do ABC Paulista, Luiz Inácio Lula da Silva na Legislatura que redigiu e promulgou a Constituição de 1988. Em 2006, concorreu à presidência da República chegando ao segundo turno em confronto direto com o então presidente que buscava à reeleição, Lula.
O futuro ministro da Indústria do terceiro mandado do presidente Lula anunciou em 30 de dezembro, Tatiana Prazeres, atual diretora de relações internacionais da Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo), para comandar a Secretaria de Comércio Exterior (Secex) eE o ex-governador do Acre Jorge Viana como o novo presidente da Agência Nacional Brasileira de Promoção de Exportação e Investimentos (Apex), vinculada ao MDIC. O ex-deputado federal Floriano Pesaro, que foi o braço direito do vice-presidente na equipe de transição auxiliando na composição do relatório que aponta o desmonte do Estado e negligências do governo anterior, de Jair Bolsonaro (PL), assumirá a diretoria de Gestão Corporativa da Apex. Pesaro chegou a ser secretário estadual de Desenvolvimento Social do Estado de São Paulo e em sua época inaugurou o restaurante Bom Prato, em Marília. Ele também protagonizou uma saia-justa no ninho tucano mariliense.
Em 2016, ao discursar na inauguração do centro dia idoso da zona Sul, Floriano Pesaro defendeu a composição partidária entre o PSDB, do então pré-candidato a prefeito e empresário Daniel Alonso, com o PSB, do então prefeito – e hoje deputado estadual – Vinícius Camarinha. Sua fala não foi digerida pelos seus correligionários e a sugestão de adesão à reeleição de Vinícius foi totalmente refutada. Naquele ano, Vinícius concorreu à reeleição, mas acabou perdendo para Daniel Alonso. Seis anos depois, Vinícius não está mais no PSB – se filiou ao PSDB, o então governador paulista Alckmin, que era do PSDB, passou para o PSB, enquanto o atual prefeito de Marília, Daniel Alonso, em seu segundo mandato, também deixou o ninho tucano migrando para o Partido Liberal, o PL.


























