Em entrevista coletiva, advogados refutam a informação de que Roberto Franceschetti tenha assumido informalmente a confissão pelo crime
Os advogados que assumiram a defesa do presidente afastado da Apae de Bauru, Roberto Franceschetti Filho, concenderam uma entrevista coletiva nesta terça-feira, dia 27 de agosto, onde negam que o cliente deles esteja envolvido com o homicídio da secretária-executiva da entidade, Cláudia Regina da Rocha Lobo.
Conforme reportagem veiculada pelo portal G1, da afiliada da rede Globo, TV TEM, ‘a defesa se posicionou contra a afirmação de que Roberto teria confessado, seja de maneira formal ou informal, o assassinato de Claudia Lobo. Além disso, o advogado Leandro Pistelli afirma que a rota apresentada pela Polícia Civil, baseada na movimentação do sinal de celular captada por torres, não é precisa para confirmar a posição do suspeito no local de descarte, onde fragmentos de ossos foram encontrados – que ainda seguem em análise para confirmação do DNA’.
“Para nós, da defesa, pelo o que nós apuramos e pelo o que tivemos acesso, é impossível apontar que foi ele que matou a Claudia e que a morte se deu dentro do veículo, até porque, no laudo que foi feito no veículo, a quantidade de sangue encontrada é em pequena quantidade e não há perfuração de arma de fogo em nenhum lugar do veículo”, afirma a defesa do presidente afastado da Apae de Bauru.
Para a Polícia Civil, o crime está desvendado e Franceschetti Filho teria disparado contra Cláudia no momento em que eles trocaram de lugar no veículo, conforme flagrou câmeras externas de sistema de segurança. Para ocultar o cadáver, o presidente afastado da Apae teria tido ajuda de um outro funcionário da entidade, que só teria realizado a ocultação – o que incluiu a inceneração do corpo – mediante ameaças feitas por Franceschetti Filho. As investigações continuam, mas o principais pontos deste inquérito já teriam sido esclarecidos pela polícia de Bauru.


























