Relíquias de Santa Teresinha do Menino Jesus permanecem na cidade para celebração dos 70 anos da criação da Diocese de Marília

Religiosa francesa viveu entre os anos de 1873 e 1897, chegando a ser canonizada pela Igreja Católica no ano de 1925

Os 70 anos de criação da Diocese de Marília, completados no último dia 12 de outubro, estão sendo marcados pela presença das relíquias de uma das santas mais estimadas pelos católicos brasileiros: Santa Teresinha do Menino Jesus, também chamada de Teresinha de Lisieux, alusiva à região da França onde viveu.

Religiosa, desenvolveu o hábito da escrita e se tornou escritora, poeta e dramaturga, chegando a assinar oito peças teatrais. Sua produção textual inclui também cartas, que foram reunidas no livro “Correspondência geral”, com 266 epístolas escritas pela freira da ordem das carmelitas. Os poemas de Santa Teresinha do Menino Jesus estão no livro ‘Uma coleção de 54 poemas’, já os testemunhos de graças e curas obtidas por intermédio da santa, que foi canonizada em 1925, estão na obra ‘Chuva de rosas’.

Antes de morrer, precocemente aos 24 anos em 1897, Teresinha de Lisieux disse para sua irmã: “Lá no céu, farei chover uma chuva de rosas”. A freira era nascida em 1873. Reconhecida pelo Papa João Paulo II (Karol Wojtyla 1920-2005) como ‘Doutora em Ciência do Amor’, a devoção a Santa Teresinha do Menino Jesus é permeada justamente pelo amor, mas acrescida pela bondade e misericórdia.

As relíquias são compostas pelos restos mortais (pedaço do fêmur e do pé), além de pedaços do hábito que usou no convento. O relicário é protegido por vidro e pode ser fotografado pelos visitantes. Padroeira das missões, a carmelita francesa é também padroeira dos aviadores, das floristas e protetora dos portadores e portadoras do vírus HIV. A peregrinação das relíquias abrangerá mais de 40 cidades brasileiras e termina no final deste ano.

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