Instituto Brasileiro de Opinião, Coleta e Análises (IBOCA) realiza abordagens totalmente baseadas em metodologias científicas
Nesta semana uma reportagem publicada pelo portal Marília Notícia (MN) trouxe um dado que chamou a atenção da opinião pública: a aceitação em 89% dos primeiros 100 dias da gestão do prefeito Vinicius Camarinha, que desde 1º de janeiro deste ano assumiu o seu segundo mandato como chefe do Poder Executivo de Marília. Anteriormente, o ex-deputado estadual havia exercido a função de prefeito entre 2013 a 2016. Concorreu à reeleição, mas acabou perdendo para o empresário Daniel Alonso, que administrou por dois mandatos, de 2017 a 2024.
Os altos índices de popularidade e a aprovação da nova gestão foram conferidos in loco – como se diz – ou seja, através de métodos científicos e abordagens de pesquisa de opinião conduzidas pelo Instituto Brasileiro de Opinião, Coleta e Análises, o IBOCA. Dentro de uma série de perguntas e abordagens, uma das questões apresentadas foi: ‘Você aprova ou desaprova a maneira que o prefeito Vinícius Camarinha tem conduzido os trabalhos da prefeitura nestes primeiros meses?’. Desta forma, ficou constatado que 89% dos entrevistados aprovam as medidas iniciais do novo governo, ou seja, do 2º governo de Vinícius Camarinha. Menos de 10% desaprova (exatos 8%), segundo a pesquisa.
O diretor do IBOCA, Érico Jorge, que é especialista em coleta de dados e levantamentos estratégicos para mercados e tendências, informou que 800 pessoas foram entrevistadas no período de 29 de março a 2 de abril, em diferentes regiões da cidade de Marília. “No início das gestões municipais, a avaliação de popularidade está menos relacionada a entregas concretas e mais associada à percepção pública sobre a postura e as atitudes iniciais do governo. Nesse contexto, os indicadores refletem, sobretudo, a sensação da população de que a gestão ‘está fazendo’ ou, ao menos, ‘está tentando fazer’”, contextualiza o pesquisador.
Análises desta natureza, principalmente em início de gestão municipal, são essenciais para a busca de parâmetros e melhorias em serviços públicos de saúde, transporte público, atendimento ao cidadão em repartições municipais e zeladoria. “Importante considerar que, não se trata de uma abordagem com fins eleitorais, mas sim para praticamente medir se aquilo que o líder eleito está colocando em prática em sua comunidade”, observou Érico Jorge. Além disso, complementa o diretor do IBOCA, levantamentos com este enfoque, em anos não eleitorais, não precisam de registro junto à Justiça Eleitoral, pois se tratam de uma avaliação da praticidade de uma gestão. “O agente público, neste caso o prefeito e seus secretários, precisam ter noção clara de como a máquina pública entrega os serviços que são custeados pelos cidadãos, que recolhem seus impostos e desejam uma qualidade de vida melhor”, garantiu.
Metodologia científica
A sondagem respeita uma metodologia científica e todos os protocolos para a obtenção de dados precisos, semelhantes às pesquisas realizadas por institutos de conhecimento popular, como o DataFolha e o Paraná Pesquisas, este último muito assertivo nas pesquisas eleitorais de 2024, inclusive as realizadas na cidade de Marília. “A aplicação de pesquisas de opinião por meio de abordagem de campo exige rigor metodológico para garantir a representatividade da amostra e a confiabilidade dos resultados. A amostra deve ser estruturada proporcionalmente à distribuição populacional do município, de forma a refletir fielmente o universo pesquisado”, ponderou Érico Jorge.
O próprio IBOCA, em sondagens para determinados clientes, conferiu dados que, posteriormente, confirmaram as tendências apontadas. “Geramos conteúdo autêntico, que podem e devem servir para balizar decisões e evitar equívocos, além de instrumentalizar posições que vão permitir correções e aperfeiçoamentos”, concluiu. Para contratar os serviços do IBOCA, basta acessar ao site https://www.iboca.com.br/. O órgão possui escritórios representativos em São José do Rio Preto e em Marília.




























